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sexta-feira, 12 de junho de 2009

O teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer.

"Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar essa pessoa de nossos sonhos e abraçá-la. "
[ Clarice Lispector ]


Porque você chegou assim, derramando poesia em mim inaugurando meu caderno,
de pressentimentos bons.
Por todas as noites e tardes e amanheceres intensos, pelos longos dias que passaram rápido, pela história de prosperidade incerta, mas de tanta inteireza e entrega.
Eu te guardo na lembrança mais bonita.
Meu menino bom, meu amante voraz, por você se derramar até eu ficar molhada,
jamais esquecerei tuas incandescências e esse amor que acendeu em mim
Novas exuberâncias.
E se nunca havia me comprometido com tanta certeza, é porque eu tentava caminhar onde não havia espaço.(E no seu abraço eu encontrei o caminho mais perfeito pro meu próximo passo).
Lá vem você de novo. Apareceu. Vem com aquele sorriso de graça, aquele olhar, aquela boca. Vem desarmar o meu mundo, dominar os meus sonhos. Me encantando. Me prendendo. E eu não sei se posso vencer esta guerra, nem se quero vencer. Não tenho resposta... Lá vem você bagunçar meu pensamento.
Pensamento esse que as vezes tão confuso, incerto... E para acabar com a idéias perdidas, resolvi colocar você. É você, pensar em você me faz bem, imaginar que você possa sim, pensar em mim também.
Tentei dizer as últimas palavras. Reescrevi mil vezes. A lixeira ficou cheia. Mas mesmo assim, não consegui. Por isso, esse discurso aqui não vai ter fim. Desta forma mesmo, sem fim. Porque é assim que nós queremos que seja cada uma das palavras ditas aqui.

Eternas.


Anita*

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